
George Maciunas, de origem Lituana, foi um dos fundadores do Fluxus.
O fluxus teve grande influência do movimendo Dadá, mas o Fluxus mostra um lado mais anti-guerra se comparado com o movimento Dadá.
Inspirados em movimentos como o dadaísmo, o surrealismo e o construtivismo, os participantes de Fluxus trocavam idéias, criavam eventos artísticos inovadores e construíram uma rede de interação artística através de correspondências. Em suas criações, estão presentes as primeiras experimentações com arte conceitual, performances, obras de arte-postal, livros de artista e manifestos nos quais fica claro o posicionamento em favor de uma arte anti-intelectual, em estreita conexão com a vida cotidiana.

“O movimento é de difícil definição. Fluxus não é um movimento estático, é flutuante, versátil. Os artistas fluxistas trabalham a interdisciplinaridade. O Fluxus é contra as instituições e se opõe aos ideais burgueses de arte. É contra o quadrado e acontece fora dos museus e espaços pré-definidos”, afirma Claudia Römmelt Jahnel, diretora do Goethe-Institut /Curitiba e responsável pela organização da mostra em Curitiba.
Vídeo sobre fluxus:
http://br.youtube.com/watch?v=vOUA697G4Ek
Nenhum comentário:
Postar um comentário